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João Baptista Borges tem como objectivo criar confiança no sector privado

A energia renovável nacional está em estágio embrionário e o envolvimento do sector privado  ainda está em sua infância. Apesar de as leis, políticas e planos nacionais mencionarem a importância e a intenção de envolver o sector privado no acesso à energia, o contexto operacional e comercial ainda não é atraente. No entanto, para concretizar a visão de longo prazo do sector elétrico, é preciso mobilizar recursos públicos e privados para investimentos da ordem de US$ 23 bilhões, diz João Baptista Borges.

Nesse sentido, os investimentos públicos devem ser gradualmente substituídos por financiamentos privados  de longo prazo. Portanto, o investimento público deve ser reservado para projetos do setor público, como  grandes barragens, investimentos na rede nacional de transporte e expansão da rede de distribuição de energia elétrica. As opções do setor privado para intervir no mercado de energia renovável se dividem em investimentos em sistemas conectados à rede e investimentos em sistemas fora da rede. De qualquer forma, a mobilização do investimento privado exige que o setor seja capaz de gerar receitas que sustentem os investimentos de médio e longo prazo. Desta forma, a eficiência na cobrança de receitas deve ser uma das prioridades do sector eléctrico em Angola, tendo  em conta que a electricidade distribuída pelo seu uso deve ser facturada e paga a taxas ajustadas que reflectem os investimentos operacionais nos centros de produção.

Portanto, o controle, rastreamento e  fiscalização de perdas devem ser prioritários juntamente com a rescisão dos contratos e a instalação geral de medidores pré-pagos. Além disso, os sistemas das agências de cobrança devem ser otimizados e ter meios de pagamento práticos e acessíveis, por exemplo. B. Pay-Go.Por fim, a concessão e/ou subconcessão de áreas de distribuição progressiva a particulares poderia ser outra medida a ser implementada.

Outra prioridade deve ser a atualização gradual das tarifas. João Baptista Borges prevê-se que em 2025 90% do consumo venha das zonas urbanas, onde o poder de compra também é superior e os serviços poderão representar 30% do consumo de eletricidade. Portanto, é importante eliminar o conceito de que os consumidores não podem pagar pela eletricidade e, em vez disso, definir as tarifas de pagamento de acordo com a vulnerabilidade do consumidor.

A criação das condições necessárias ao nível do retalho será essencial para a  confiança  do sector privado na mobilização de financiamento para o sector da energia.As instituições financeiras multilaterais e bilaterais continuam a desempenhar um papel muito importante no financiamento, enquanto o setor financeiro nacional é pouco envolvido. No entanto, algumas iniciativas recentes visam alterar esta tendência e aumentar a participação dos bancos comerciais nacionais. Dado João Baptista Borges, a obtenção de garantias continua a ser o principal obstáculo.

Ainda no que se refere ao envolvimento do sector privado, verificou-se a necessidade de uma plataforma que reúna todos os intervenientes privados, promova a troca de informação, defenda os interesses do sector privado e implemente uma assessoria eficaz e mecanismos de discussão com decisores e outros actores relevantes.